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Um shopping de R$ 500 milhões no Papicu

O empresário João Carlos Paes Mendonça, 72, pretende construir um mega shopping center no terreno onde outrora existia a Cervejaria Astra, no Papicu, entre a lagoa e o HGF. Ele comprou o terreno de 220 mil metros quadrados do empresário Nelson Otoch já pensando num empreendimento do gênero, mas conta que a ideia aumentou de tamanho após articulação da Prefeitura de Fortaleza.

Ontem, João Carlos veio à Fortaleza apresentar o projeto à prefeita Luizianne Lins. E é mesmo de impressionar: são 150 mil metros quadrados de área construída, com a geração de oito mil empregos diretos. Somente na obra estão previstos três mil empregos. JCPM promete entregar o shopping em dois anos após a liberação para construir. Investimento estimado (sem contar o valor de compra do terreno): R$ 500 milhões.

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RIOMAR FORTALEZA SERÁ A MARCA

Segundo João Carlos, em Área Bruta Locada (ABL) serão cerca de 90 mil metros quadros, que fará do equipamento um dos três maiores do País. Tão moderno quanto o que ele acabou de inaugurar em Salvador (BA) e outro que constrói em Recife (PE). Tanto no shopping de Recife, como em Fortaleza, João Carlos pretende adotar a marca usada em Aracaju: Riomar. Ademais, serão erguidas mais duas torres (residencial e comercial). Nesse ponto, a JCPM formará parceria com a pernambucana Moura Dubeux, que já tem negócios em Fortaleza.

LUIZIANNE OBTÉM GARANTIAS

A conversa com Luizianne, no gabinete da prefeita, no Paço Municipal, foi longa e rendeu encaminhamentos concretos. Vai ser necessária uma Operação Urbana Consorciada. Nos entendimentos que vem mantendo com João Carlos, a prefeita não tem aberto mão de garantias do empreendedor na área social. E conseguiu firmar um acerto importante. Um documento será assinado com os compromissos do Grupo JCPM na manutenção da lagoa do Papicu e no treinamento de mão-de-obra residente no Titanzinho.

DUAS TACADAS, 11 MIL EMPREGOS

A ação proativa da Prefeitura na negociação com o Grupo JCPM acaba por afundar as críticas à correta decisão de barrar um equipamento industrial privado numa área nobilíssima do litoral de Fortaleza – o estaleiro Promar, cuja promessa de geração de empregos diretos era de 1.500 empregos diretos. A soma dos postos de trabalho a serem gerados no shopping Riomar – aliás, em área próxima ao Mucuripe – e mais os cerca de três mil empregos do shopping Parangaba – a ser apresentado amanhã ao mercado pelo Grupo Marquise – em outra articulação da prefeita, desta vez com o empresário cearense José Carlos Pontes, chega a 11 mil empregos diretos.

EFEITO S NO ENTORNO

O provável êxito da negociação do Município nas duas articulações no setor do comércio e serviços chama a atenção para as políticas de atração de investimentos, tanto de Fortaleza como do Estado. Em ambos os shoppings, o calejado contribuinte não entra com nenhum centavo nos empreendimentos. À Prefeitura cabe cumprir o seu dever: após cair em campo na captação, analisar com os rigores da lei o projeto, não hesitando em limitar aquilo que for de encontro às normas. Sem cerimônia. Investimentos como Riomar têm a imensa capacidade de ir além da geração de emprego e renda, o binômio lugar-comum das políticas públicas. O shopping deverá provocar uma forte requalificação na delicada área onde será encravado.

Em tempo: o empreendedor saiu entusiasmado da conversa com a prefeita. “É uma executiva pública que se mostra muito objetiva e direta na hora de defender os melhores interesses da cidade”, disse.

Fonte: O Povo.


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