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PIB do Ceará no terceiro trimestre de 2011 cresce acima da média nacional

Crescimento no 3º trimestre de 2011 foi de 3,3% em relação ao de 2010. Indústria foi o único setor que registrou queda, de 6,2%.

O Produto Interno Bruto do Ceará cresce acima da média nacional pelo terceiro trimestre seguido. A soma das riquezas do estado cresceu 3,3% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) divulgados nesta quarta-feira (14).

O Ceará acumula crescimento de 4,7% no PIB entre outubro de 2010 e setembro de 2011. Em âmbito nacional, o crescimento no mesmo período foi de 3,7%. Já terceiro trimestre deste ano, o Brasil teve crescimento estável.

Assim como no trimestre anterior – abril, maio e junho –, o setor agropecuário teve o maior crescimento no Ceará. O setor, que representa 5,1% da economia cearense, teve taxa de expansão de 39% no terceiro trimestre deste ano.

“Tal resultado foi estimulado pelas boas chuvas registradas no Ceará, sobretudo nas zonas produtoras das lavouras com peso na atividade agrícola”, diz o diretor geral do Ipece, Flávio Ataliba. A última estimativa do IBGE indica que a produção de grãos cearense deve ser 288% maior que a registrada em 2010.

Serviços segue como o setor que mais contribui com o crescimento do PIB. Representando 70% da economia do Ceará, o setor de serviço cresceu 3,4% no terceiro trimestre. O destaque, segundo Ataliba, são as atividades de alojamento e alimentação (10,4%), outros serviços (7,0%) e comércio (4,3%).

Indústria segue em decréscimo

Pelo segundo trimestre seguido o setor industrial registra PIB negativo. Entre julho e setembro a indústria teve taxa negativa de 6,2% em relação ao mesmo período de 2010. De acordo com o diretor do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará, a queda se deve à comparação com o alto índice de 2010 e a redução na indústria de transformação em nível global.

Ataliba acrescenta ainda que o câmbio desvalorizado (real valorizado em comparação a moedas estrangeiras) dificulta as exportações da indústria calçadista, uma das principais na economia cearense.

Fonte: G1.

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