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Empreendimento quase dobra Produto Interno Bruto do Estado

Investimento da Siderúrgica somado com a refinaria deverá dobrar o PIB do Ceará. Os recursos serão responsáveis por atrair outras empresas do setor metal-mecânico, gerando emprego e renda.

O investimento da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), juntamente com a Refinaria da Petrobras, vai dobrar o crescimento do PIB do Ceará quando entrar em fase de produção, ressaltou o presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Roberto Smith.

“Significa um conjunto de investimentos que vão estar vinculados a essa capacidade produtiva. O efeito imediato das obras será sobre o aumento no número de empregos. Esperamos para março o início das obras. Já há uma mobilização de empresas do setor metal-mecânico interessadas no Ceará. Temos oito empresas prospectando o mercado, interessadas no interior do estado, não necessariamente nas proximidades do Pecém”.

Smith destaca também a estruturação do polo metal-mecânico em Sobral e um segundo na região do Jaguaribe.

“Será algo rápido, já a partir do início do próximo ano. Com esse outros empreendimentos mais que dobraremos o PIB do Ceará em três ou quatro anos. Além dos investimentos paralelos, teremos a estruturação do Porto do Pecém e de outros setores que estão se mostrando muito fortes, apesar da crise. Só digo que vem coisa grande por aí”, concluiu.

O anúncio do contrato para a construção da usina siderúrgica do Pecém (CSP) no Ceará animou os empresários ligados à indústria no estado. O presidente da Federação das Indústrias no estado do Ceará (Fiec), Roberto Macêdo, disse que o anúncio está dentro do que estava previsto e que foi adiado várias vezes por problemas de infraestrutrura e licenciamento ambiental. “Esses recursos dão condições para o início efetivo das obras, já que a terraplenagem está bem adiantada”, afirmou.

Para Macêdo, o contrato de US$ 4,34 bilhões é motivo de alegria e de esperança de um futuro melhor para o Ceará. “Uma parte das placas de aço que serão produzidas na CSP será exportada para eles próprios na Coreia do Sul, mas também esperamos que uma parte da produção seja destinada ao mercado interno”.

Dependendo da espessura das lâminas de aço para transformação, o líder empresarial disse que a produção poderá ser utilizada pelas indústrias do país e, no Ceará, principalmente, servirá para atrair outras indústrias dentro da cadeia produtiva metal-mecânica. A Fiec se coloca como uma parceira no empreendimento (Rebecca Fontes)

Fonte: O Povo

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