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Consórcio sugere hotel e shopping no Náutico

O investimento proposto é de R$ 805 milhões. Proposta será votada por associados em assembleia


O Náutico Atlético Cearense poderá receber um hotel, shopping center e torres empresariais. O anúncio foi feito, ontem, após a abertura dos envelopes do chamamento empresarial referente à sua reforma e ampliação. O tradicional clube cearense, fundado em 1929, passa por grandes dificuldades financeiras e havia lançado edital, no último mês de fevereiro, para recebimento de propostas visando sua reestruturação por meio arrendamento de parte de sua área.

Projeto apresentado contempla, ainda, torres empresariais, duas mil vagas de estacionamento, três quadras de tênis, além de piscina aquecida no local

Os interessados tiveram até o dia 16 para encaminhar as propostas de acordo com os requisitos do edital, entre eles, a oferta mínima de investimento no valor de R$ 790 milhões, a ser paga em um prazo de 80 meses, contudo, apenas uma proposta foi entregue em tempo hábil.

O Consórcio Novo Náutico, formado por dez empresas, entre elas a PB Construções, Base Incorporação & Construção, Bichucher e BR Trends, apresentou o projeto, que prevê, também, melhorias na estrutura já existente, como a implantação de piscina aquecida, três quadras de tênis, estacionamento para 2 mil vagas, entre outros.

O investimento proposto é de R$ 805 milhões. “A história do Náutico foi toda estudada. A paixão e o amor dedicados a esse projeto são os mesmos de vocês pelo clube”, afirmou o arquiteto idealizador do Projeto, Luiz Deusdará. Ainda segundo ele, todos os novos empreendimentos devem contribuir com a geração de receita para o Clube, e somado a isso, as melhorias à estrutura deverão atrair ainda mais o sócio a usufruir do clube.

Votação

A proposta, agora, passará por uma comissão responsável por emitir um parecer. Este, por sua vez, será levado ao Conselho Deliberativo do Clube, e se aprovado, encaminhado para a Assembleia Geral do Clube, onde passará por votação pelos associados.

O arrendamento do clube, no entanto, não agradou a todos os sócios. Um grupo deles aproveitou a ocasião para realizar um protesto. Com camisas personalizadas e cartazes, tentaram conscientizar os presentes, por meio de um manifesto entregue a eles, com meios que não sejam o arrendamento. “Eu visto a camisa do meu clube e acho que não há necessidade de se arrendar parte dele. Se o clube está na situação que está, é porque não está administrado como deveria ser”, declarou o sócio fundador Adriano Accioly.

O presidente do Conselho Deliberativo do clube, Meton Vasconcelos, esclareceu que o chamamento empresarial foi a única solução viável, em virtude da situação financeira do clube, que reúne dívidas em tributos de R$ 19 milhões. “Isso foi se acumulando e chegamos a fazer um parcelamento de tributos, no valor de R$ 170 mil, mas ficou impagável. Essa foi a única solução que encontramos para evitar que o clube tivesse o seu patrimônio levado a leilão”, disse.

Fonte: Diário do Nordeste.

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